No turbilhão competitivo das startups, a busca pelo crescimento exponencial é uma jornada complexa. É nesse cenário dinâmico que o conceito de Growth Marketing se destaca como um farol, guiando empreendedores através de estratégias de marketing ágeis e inovadoras. Vamos explorar como essas táticas estão moldando o destino das startups nos tempos atuais.

O que é Growth Marketing 

Growth Marketing transcende o Marketing tradicional, também conhecido como Growth Hacking (no próximo artigo vamos falar sobre a diferença) centrando-se em experimentação, dados e criatividade para atingir rápido crescimento. Sean Ellis, pioneiro no termo, define-o como encontrar oportunidades de crescimento e executar experimentos estratégicos para impulsionar resultados.

Por que Startups Precisam de Growth Marketing

No ecossistema inovação das startups, a necessidade de crescimento é inegociável. O Growth Marketing oferece uma abordagem pragmática, permitindo que novos negócios emergentes alcancem escalabilidade de forma eficiente e sustentável, quebrando barreiras convencionais, trazendo uma forma de pensar e agir. 

Principais Estratégias de Growth Marketing

No coração do Growth está o funil de aquisição, uma jornada meticulosamente planejada, desde a primeira interação até a conversão. Experimentação constante e otimização são chaves para maximizar cada estágio.

A estratégia de conteúdo é uma ferramenta poderosa no arsenal de reputação e autoridade. Conteúdo valioso atrai e retém clientes, estabelecendo uma conexão duradoura entre a marca e pessoas.

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O boca a boca digital é amplificado pelo Referência Marketing. Incentivar referências entre os usuários não apenas expande o alcance, mas também constrói uma base sólida de clientes leais de maneira humanizada e orgânica de maneira compartilhada. 

Automatizar processos é a espinha dorsal do Growth Marketing. A eficiência operacional aumenta, liberando tempo e recursos para focar em áreas estratégicas, como por exemplo o uso de Inteligência Artificial, ferramenta cada vez mais popular em todos os setores.

Estudo de Caso:

Esse caso foi muito famosos, através do livro “Growth Hacking” soubemos que a startup de marketplace para onde você encontra ofertas e demandas de aluguel de espaço e imóveis para curtas temporadas, deixou de apenas importar dados de um concorrente para o site como buscou aprimorar as fotografias, utilizando profissionais que conseguissem capturar a melhor experiência do local e trazendo qualidade para a plataforma, seu uso de boa imagem, bom texto fez toda a diferença para o aumento de hóspedes e se tornou seu diferencial para se destacar no mercado em seu início, hoje a empresa buscar maneiras mais elaboradas e com investimentos maiores em crescimento. 

Exploramos a trajetória de uma startup que abraçou o Growth Hacking com determinação. De experimentos ousados a iterações rápidas, a empresa alcançou crescimento exponencial, ilustrando a aplicação prática das estratégias discutidas.

Desafios e Considerações:

Enfrentar desafios é inevitável, e as startups não são exceção. Reconhecemos os obstáculos comuns e oferecemos insights sobre como superá-los, ajustando as estratégias conforme necessário.

Em um mundo onde a inovação é a moeda mais valiosa, o Growth Marketing emerge como mais um catalisador do sucesso para startups. Ao adotar estratégias ágeis e criativas, as empresas podem não apenas sobreviver, mas prosperar em um ambiente dinâmico e desafiador.

Na ATMosfera exploramos o Growth Marketing como uma das ferramentas para o sucesso das startups no portfólio, dicas, casos de estudo, experiências reais, estratégia e muito mais…

Convidamos você a mergulhar ainda mais na revolução do Growth Marketing. Compartilhe suas experiências e insights nas nossas redes sociais, e juntos, vamos construir o futuro do crescimento exponencial nas startups! 

Um conceito que se consolidou no ramo de startups e hoje ganha abrangência em todos os segmentos econômicos: inovação corporativa. Inovar se afasta cada vez mais da ideia de altos investimentos em tecnologia e se aproxima da estabilidade do negócio.

Repensar as estratégias de venda e processos internos passou a ser dever de casa diário para qualquer empresário. A inovação corporativa vai atuar justamente nessa esfera a fim de tornar os projetos mais competitivos no mercado, com um atendimento, planejamento, execução e entrega que seja referência no ramo e melhor organização dos processos.

Também vai ser um método que vai ajudar os empreendedores a driblar melhor os riscos e perdas e aproximar, ou até mesmo superar, as expectativas do consumidor. Convidamos o CEO e fundador da FCJ Venture Builder, Paulo Justino.

Entrevista adaptada, fonte original no final do artigo.  

O que é Inovação Corporativa?

O termo Inovação Corporativa é utilizado para definir o processo de aproximação das empresas com soluções inovadoras, visando agregar ao seu negócio novos métodos, processos, produtos, serviços ou mesmo novas companhias, também conhecido como Corporate Venture. A Mckinsey classificou em 3 horizontes a inovação corporativa em seu framework:

Horizonte 1: Soluções que buscam a proteção e maximização do negócio principal;

Horizonte 2: Oportunidades emergentes, iniciativas que provavelmente gerarão lucros substanciais no futuro, mas que podem exigir um investimento considerável;

Horizonte 3: Soluções disruptivas, criação de novos negócios genuínos, indo além do Core Business atual das companhias.

Neste sentido a inovação corporativa pode ser classificada em 2 dimensões: aberta ou fechada e interna ou externa. A inovação fechada é o movimento de inovação promovido dentro da organização, ou seja, através de programas de estímulo à inovação interno, quer seja através de departamento de P&D, quer seja através de programas de intraempreendedorismo (intrapreneurship), escalando um time para o projeto e, por fim, promover e comercializar o produto.

Já a inovação aberta parte do princípio de que uma empresa, por mais inovadora que seja, nunca vai conseguir reunir todas as mentes mais brilhantes para encontrar as soluções mais inovadoras. O foco está na redução do “time do market”. Para isso, a corporação busca a interação com outros agentes do mercado, tais como startups e universidades, utilizando práticas como: hackathon, coworking, incubação, programas de aceleração, programa de contratação através de desafio, Corporate Venture Builder, Corporate Venture Capital e por último aquisição (M&A).

Os programas de inovação (aberto ou fechado) podem ser executados internamente ou externamente.

Como seria, então, a execução desses programas de inovação?

No programa interno, normalmente a empresa cria um LAB ou Coworking e desloca um profissional para assumir esta área de inovação, ou busca no mercado um profissional ou mesmo uma empresa para executar o programa internamente. Em sua grande maioria são programas de Aceleração, em uma tentativa de transformação digital, porém esta iniciativa interna enfrenta alguns problemas:

Nasce com mesmo mindset da organização, quer seja em go-to market, processo e entendimentos jurídicos, métodos tradicionais de vendas, aversão ao risco, problemas de compliance, normalmente as organizações são reguladas, desta forma a inovação pode ser vista como um risco institucional.

Os "anticorpos" em organizações sem dúvida é o maior problema. De forma geral, os colaboradores acabam por “sabotar” a inovação com medo de perderem o emprego ou por entenderem que é mais trabalho, sem aumento no ganho, fazem porque a organização obriga, têm baixo comprometimento, falta o que chamamos de “skin in the game”. Normalmente está vinculada a uma pessoa ou empresa, quando estas saem por qualquer motivo o processo para ou volta à estaca zero. Este ambiente cria uma distração, muitos executivos perdem ou reduzem o foco no negócio (core business) da organização.

No programa externo, por sua vez, normalmente contrata-se uma empresa que fica responsável por todo o processo de inovação. Neste caso podendo ser programa de aceleração ou contratação para um desafio específico. Este cenário resolve boa parte dos problemas dos programas internos, porém por se tratar de contratações temporárias, cria outro problema que é a dependência com as empresas contratadas e não há internalização do mindset empreendedor.

Em alguns casos, a contratada realiza o seu trabalho de aceleração ou identificação das startups que resolvem os desafios, e deixa a cargo da empresa o desenvolvimento e integração entre startup e empresa, que possuem realidades totalmente diferentes. Normalmente são programas que têm prazo de duração entre 3 a 6 meses, tempo insuficiente para a geração de negócios reais entre as startups e as organizações, no máximo tempo para a execução de uma prova de conceito ou projeto piloto.

Por que ela é necessária?

A inovação é uma realidade mundial, e é cada vez mais fator decisivo de sobrevivência das organizações. O principal concorrente de hoje não é outra organização com porte semelhante, é uma startup que nasceu em uma “garagem”, é um fato que tem desbancado grandes empresas. O que não falta são exemplos em nosso dia a dia, como Uber, Airbnb, Nubank, Loft e Ifood, sem citar as mais de 600 startups Unicórnios (Startup que valem mais de 1 bilhão de dólares) em todo o mundo.

As principais vantagens para as corporações são: aproximação do Mindset empreendedor, complementaridade dos negócios, retorno financeiro sustentável e retenção e atração de talentos.

Como fazer com que esse processo faça parte da empresa?

O que propomos para as iniciativas de Corporate Venture é que a organização inicia o seu processo com o Corporate Venture Builder (Open Innovation e externo), após adquirir experiência e portfólio possam lançar o seu Corporate Venture Capital, neste caso um FIP/CVM. Desaconselhamos abordagem superficiais, como hackathon e iniciativas como incubadoras, que entendemos ser papel do governo, bem como as aceleradoras, à corporação não tem que acelerar startups, tem que focar e melhorar os seus negócios.

Desde 2013, a FCJ vem desenvolvendo um modelo de Venture Builder como alternativa aos modelos de aceleração e incubação, e que pudesse resolver as principais questões levantadas anteriormente, passando a licenciar o seu modelo para a criação de Corporate Venture Builder que tem como objetivo reduz o risco da organização, dos investidores e das startups, com uma visão de curto, médio e longo prazo e com uma experiência de 7 anos.

Como é o modelo proposto?

O modelo proposto tem como principais pontos a inovação aberta e externa, através da criação de uma nova empresa onde a corporação tem o controle acionário com 51%, permitindo, desta forma, ter a agilidade e flexibilidade necessária para desenvolver e fomentar a inovação.

Participação dos executivos da corporação no processo de seleção (Comitê de seleção) e de acompanhamento das startups, no Conselho de Administração e Conselho Fiscal de forma pontual e programada.

Possibilita ainda aos executivos e colaboradores serem investidores desta iniciativa, através de programas de incentivos internos, com o objetivo de retenção e atração de talento criando o espírito de pertencimento, “skin in the game”.

Mapeamento das oportunidades de melhoria da Corporação para a geração e priorização dos backlogs para o processo de busca de startups, mapeamento de “dores” com demanda reais.

É contratada e treinada uma equipe dedicada e exclusiva para esta nova empresa, para fazer todo o processo de seleção e desenvolvimento da startup, utilizando a metodologia da FCJ e a integração destas startups com a corporação, dentro das diretrizes definidas pelo Comitê de seleção de startups.

Acesso ao Centro de Serviço Compartilhado (CSC) especializado em startups, com jurídico, contábil, marketing, mentoria, rede de franquia e fundraise.

Acesso a uma rede mundial de mentores, executivos e investidores que compõem o grupo FCJ.

O Grupo FCJ entra como investidor implementador da iniciativa “skin in the game” entrando no risco da operação.

Programa de Inovação Aberta na TecBan 

A ATMosfera Ventures tem como objetivo promover desde a transformação digital e além de experimentações de soluções que complementam o core business e ampliam os negócios na maior rede independente de caixas eletrônicos do mundo em volume de saques e a terceira maior em quantidade de caixas eletrônicos. 

Você tem ou conhece alguma startup que possa ajudar nos desafios da TecBan?

Inscreva-se no nosso programa preenchendo o formulário na página principal.

ATMosfera Ventures, Decole sua startup! 

Programa de inovação aberta da TecBan

fonte: https://vitrinedovarejo.com/

O modelo de Corporate Venture Builder ATMosfera Ventures tem como missão principal colaborar com startups para impulsionar a inovação no cenário empresarial. Nossa abordagem estimula a co-criação de novos negócios, conectando e acelerando o crescimento de startups promissoras e diversificando atividades entre grandes empresas e empreendedores inovadores.

Inovação Aberta em Ação

Como uma ferramenta de inovação aberta, a ATMosfera Ventures desempenha um papel fundamental na facilitação e conexão com grandes empresas, investidores e parceiros. Nossa abordagem colaborativa permite que startups e empresas estabelecidas se beneficiem mutuamente, trocando conhecimentos, recursos e oportunidades de crescimento.

Conectando Ecossistemas Empresariais

Através do nosso programa, construímos uma ponte entre diferentes ecossistemas empresariais, unindo o potencial disruptivo das startups de tecnologia com a experiência e solidez das grandes corporações. Essa conexão permite uma troca única de ideias e estratégias, impulsionando o desenvolvimento de negócios inovadores e sustentáveis.

Acelerando o Crescimento

Com a ATMosfera Ventures, as startups recebem o suporte necessário para acelerar seu crescimento e desenvolvimento. Além do acesso a recursos financeiros, elas têm a oportunidade de se conectar com mentores experientes, especialistas em tecnologia e profissionais do mercado, impulsionando seu potencial de sucesso

O modelo de Corporate Venture Builder ATMosfera Ventures tem como missão principal colaborar com startups para impulsionar a inovação no cenário empresarial. Nossa abordagem estimula a co-criação de novos negócios, conectando e acelerando o crescimento de startups promissoras e diversificando atividades entre grandes empresas e empreendedores inovadores.

Inovação Aberta em Ação

Como uma ferramenta de inovação aberta, a ATMosfera Ventures desempenha um papel fundamental na facilitação e conexão com grandes empresas, investidores e parceiros. Nossa abordagem colaborativa permite que startups e empresas estabelecidas se beneficiem mutuamente, trocando conhecimentos, recursos e oportunidades de crescimento.

Conectando Ecossistemas Empresariais

Através do nosso programa, construímos uma ponte entre diferentes ecossistemas empresariais, unindo o potencial disruptivo das startups de tecnologia com a experiência e solidez das grandes corporações. Essa conexão permite uma troca única de ideias e estratégias, impulsionando o desenvolvimento de negócios inovadores e sustentáveis.

Acelerando o Crescimento

Com a ATMosfera Ventures, as startups recebem o suporte necessário para acelerar seu crescimento e desenvolvimento. Além do acesso a recursos financeiros, elas têm a oportunidade de se conectar com mentores experientes, especialistas em tecnologia e profissionais do mercado, impulsionando seu potencial de sucesso

Também conhecida como Venture Builder, você sabe o que é e como essas organizações influenciam diretamente no desempenho das startups? Confira o nosso artigo completo. 

O mundo das startups vem crescendo de forma acelerada e gerando grandes transformações em diferentes modelos de negócios. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), de 2015 a 2019, o número de novas startups brasileiras triplicou, passando de 4.151 a 12.727; um crescimento de 207%. Isso é gigante! 

Mas, para tirar uma ideia inovadora do papel e impulsionar o negócio, os empreendedores precisam buscar por recursos que vão além do aporte financeiro. Mais do que dinheiro, para desenvolver uma solução inovadora, é preciso contar com uma rede de pessoas experientes em inovação e crescimento, tecnologia, growth marketing e negócios e que saibam como conduzir o crescimento de novas empresas de base tecnológica.

É nesse contexto que surgem as Startup Builder ou VB, organizações conhecidas também como fábricas de startups ou estúdios de startups. Neste artigo, vamos explicar com mais detalhes o que é Venture Builder, como elas auxiliam o desenvolvimento e o crescimento de startups e quais os seus impactos no ecossistema de inovação e crescimento. 

Continue a leitura!

O que é Startup Builder

Organizações que atuam sistematicamente no desenvolvimento de startups (empresas de base inovadora e tecnológica) aportando seus próprios recursos. 

Geralmente, esse modelo de desenvolvimento de startups incorpora a cultura de Open Innovation, portanto, em vez de criar suas próprias startups, as organizações de Venture Building buscam soluções no mercado para desenvolvê-las.

Imagine o seguinte cenário: uma dupla de empreendedores projeta uma solução inovadora para o mercado financeiro, mas eles não têm os recursos intelectuais e operacionais necessários para desenvolver e validar tal solução. Com o apoio de uma Venture Builder, eles obterão benefícios como:

*Caso a VB esteja atrelada a alguma empresa, no caso da ATMosfera estamos dentro da TecBan (maior empresa de ATM do Brasil).

De modo geral, o objetivo de uma Venture Builder é promover as startups e direcioná-las estrategicamente no mercado. Em contrapartida, as VBs ganham participação acionária na startup, que segue até o exit, momento de “saída da startup” no qual toda a participação é vendida.

Quais as diferenças entre VB e outros programas?

Existem outras iniciativas de fomento à inovação que são comumente confundidas com o Venture Building, como as aceleradoras e incubadoras e até mesmo os fundos de Venture Capital. 

De início, vale ressaltar que as organizações de Venture Building estão envolvidas com as operações diárias das startups e as ajudarão também nas tomadas de decisões, fazendo com que as empresas comecem a rodar de fato. Aqui, todas as ideias e até mesmo os times são construídos internamente.

Nas incubadoras ou aceleradoras, oferecem-se mentorias e há o compartilhamento de alguns serviços. Nesses programas, a startup geralmente apresenta um plano de ação e adquire recursos financeiros iniciais. As soluções são desenvolvidas externamente e há um período limite para participação no programa. Nas VBs ajudamos do início ao fim.

Já os Venture Capitalists não participam do dia a dia operacional das startups. Após definirem suas startups investidas, os VCs estarão envolvidos no gerenciamento das startups, certificando-se de que os recursos aportados estão sendo aplicados efetivamente, tendo em vista o crescimento do negócio.

Quais as principais características de uma Startup Builder?

Até aqui você entendeu que as Venture Builders são organizações que desenvolvem startups utilizando seus próprios recursos e que elas se diferenciam de outras iniciativas, como as incubadoras, as aceleradoras e os fundos de Venture Capital. 

Mas, por serem conceitos que podem parecer complicados num primeiro momento, vamos listar, com mais detalhes, algumas das maiores características desse modelo de fomento à inovação. Veja!

Startup que desenvolve startups

As Venture Builders são organizações que desenvolvem projetos promissores, oferecendo recursos intelectuais e operacionais às startups de seus portfólios. Ainda, uma empresa de Venture Building é uma holding company que detém participações nas empresas que ajudou a criar e desenvolver.

Trabalho hands-on

É importante salientar que as maiores e mais promissoras Venture Builders são aquelas que vão além do “holding” e atuam de forma “hands-on”, ou seja, que atuam em diversas esferas para promover as startups de seu portfólio, que pode ser desenvolvendo modelos de negócios, trabalhando com times jurídicos, realizando contratações de gerentes de negócios, desenvolvendo campanhas efetivas de marketing durante o pré e pós-lançamento de suas startups, entre outras ações importantes e necessárias para o desenvolvimento sustentável de suas ventures.

Sempre em busca da inovação

As Venture Builders são organizações que buscam constantemente por inovação e construir soluções cada vez melhores. O sucesso de seus empreendimentos é visto como um desafio que poderá sempre ser superado. 

Networking muito forte

Outra característica das Venture Builders é sua forte rede de compartilhamento, capaz de alcançar recursos da forma mais eficiente. Nesse sentido, a dinâmica e a qualidade do networking de uma Venture Builder é capaz de produzir grandes resultados.

Como fazer parte de um programa de Venture Building?

Diferentemente dos programas de incubação e aceleração, que possuem processos datados (de início e fim), geralmente resultando num Demoday, as Venture Builders estão sempre abertas a novas soluções sem um período fixo de inscrição, por exemplo. Basta entrar em contato com a Venture Builder e verificar quais são as etapas do processo de seleção e confirmar se o seu projeto, de fato, se encaixa nesse modelo.

Neste artigo, além de descobrir o que é Venture Builder, você pôde compreender um pouco mais sobre os diferentes modelos de fomento à inovação. De fato, esse é um mercado que cresce exponencialmente, e o Venture Building pode ser a melhor saída para empreendedores inovadores. 

Você tem um projeto inovador e quer saber ainda mais sobre Venture Building? Deixe suas dúvidas nos comentários!

fonte: https://fcjventurebuilder.com/